Eu sou por Natureza feito para meu próprio bem; não para meu próprio mal.

Dos Ensinamentos Áureos de Epicteto.


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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

SONETO — Enrique Banchs


Si en el mar de la vida soy estela
que se deshace, apenas levantada,
tras un brillo fugaz de lentejuela:
estela, espuma, nada…

si en la onda, después que me revela,
nada queda de mí, a onda tornada,
y muero sin poder seguir la vela
que me crea y se aleja despiadada:

¿por qué del mar fatal alzarme quiero
y ansioso el rumbo de la nave miro,
y un miraje de playa me desvela?

¿por qué, si no sé ir, llegar espero,
por qué mi fe, por qué luchando aspiro,
si en el mar de la vida soy estela?

sábado, 26 de julho de 2014

MEMÓRIA — Carlos Drummond de Andrade

Amar o perdido
deixa confundido
este coração.

Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.

As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão.

Mas as coisas findas,
muito mais que lindas,
essas ficarão.