Eu sou por Natureza feito para meu próprio bem; não para meu próprio mal.

Dos Ensinamentos Áureos de Epicteto.


Mostrando postagens com marcador madrigal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador madrigal. Mostrar todas as postagens

sábado, 13 de dezembro de 2014

SUAVE FONTE PURA, QUE DESCES MURMURANDO — Silva Alvarenga

Formas Poéticas 24 — MADRIGAL
De origem italiana, tornou-se um poema de estrofe única, com metros alternados, como se pode ver no seguinte madrigal de Silva Alvarenga.

MADRIGAL 01

Suave fonte pura,
Que desces murmurando sobre a areia,
Eu sei que a linda Glaura se recreia
Vendo em ti de seus olhos a ternura;
Ela já te procura;
Ah! como vem formosa e sem desgosto!
Não lhe pintes o rosto:
Pinta-lhe, ó clara fonte, por piedade
Meu terno amor, minha infeliz saudade.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

MADRIGAL 01 — Silva Alvarenga

Suave fonte pura,
Que desces murmurando sobre a areia,
Eu sei que a linda Glaura se recreia
Vendo em ti de seus olhos a ternura;
Ela já te procura;
Ah! como vem formosa e sem desgosto !
Não lhe pintes o rosto:
Pinta-lhe, ó clara fonte, por piedade
Meu terno amor, minha infeliz saudade.